22 de fevereiro de 2018

Dá pra ser criativo na maturidade?

Vem rever seus conceitos. Não, a vida não é: nasce, cresce, escolhe, aposenta e morre… dá pra ser criativo na maturidade. 


Veja se você já se viu nessa situação: você decide que quer fazer uma coisa diferente. Pode ser aprender a nadar, andar de bicicleta, fazer um curso de teatro, abrir uma marca de roupas, viajar o mundo, aprender uma nova língua… e, instantaneamente, o seu cérebro começa a apitar: opa, opa, opa, não dá não, você já passou dos  ___, já chegou na maturidade.” (complete a frase com a sua idade).

Pois é. Nós fomos ensinados de que existe idade certa pra fazer essas coisas. E que existe época da vida para ser criativo, estudante, empreendedor, desbravador… e que essas coisas devem ser reservadas às pessoas de até 30, olhe lá 35 anos de idade.

Não. A vida não é uma série de pedágios onde você tem que bater cartão. A idade certa pro tipo de atividade certa. Viver é caótico. Cada vida segue em um ritmo diferente. Cada coração deseja o que deseja, na idade que deseja. Nosso trabalho é acreditar nisso:

Não existe idade pra ser feliz.
Não existe idade pra brincar.
Não existe idade pra aprender.
Não existe idade pra criar.
Não existe idade para inovar.
Não existe idade para ser autêntico.
Não existe idade pra descobrir.
Não existe idade para ser criativo.
Não existe idade para errar.
Não existe idade pra buscar a felicidade. 

Pois bem, nossa convidada de hoje, destrói todos os esteriótipos do que uma senhora”de 55 anos de idade deveria ou poderia fazer… A artesã, empreendedora e professora Ana Cosentino, trouxe inspiração de sobra pra quem anda duvidando de que a gente pode ser e fazer o que quiser, em qualquer época da vida.

 

“Quantos anos você teria se não soubesse quantos anos tem?” ~ Satchel Paige

 


Durante o papo, Ana compartilhou, não só sua história de criatividade na maturidade, como de vários de seus alunos que vão buscar o artesanato até mesmo depois dos 90 anos de idade. E falou também de: 

• como ela começou um negócio, sem grana, mas com muita criatividade;
• como é trabalhar em família, sendo sócia do filho;
• como jogou pra escanteio o preconceito em vender;
• como manter-se jovem e criativa na maturidade;
• como continuar tendo ideias na melhor idade.

E você? Acredita que dá pra continuar experimentando em qualquer idade? Conhece uma história inspiradora de alguém que é exatamente assim? Talvez até mesmo a sua? Ou talvez o seu cérebro ainda acredite que tem idade certa pra cada uma dessas coisas? Conta pra gente nos comentários? A melhor parte é a troca que rola por aqui! Valendo!


Para conhecer mais sobre o trabalho da Ana Cosentino, acesseanacosentino.com.br

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